Padrão TISS 3.0



O novo Padrão, versão 3.0

Através da Resolução Normativa (RN) 305 e também da Instrução Normativa (IN) nº 51 da DIDES – Diretoria de Desenvolvimento Setorial, vigoradas pela ANS em 09 de Outubro de 2012, foram impostas diversas mudanças para o padrão TISS, que avança para sua versão 3.0.


Padrão TISS 3.0

O maior critério do chamado TISS 3.0 é a interoperabilidade, ou seja, o objetivo de tornar a comunicação ainda mais transparente entre os sistemas de informação em saúde.

O processo de construção da terceira versão do TISS teve forte atuação social, por meio da Consulta Pública nº 43, e também a presença do COPISS – “Comitê de Padronização de Informações da Saúde Suplementar”, além da participação de representantes de operadoras e prestadoras de serviços de saúde.

O prazo para implantação

O prazo limite obrigatório para realização da troca para a nova versão é até o dia 30 de Novembro de 2013. Após esta data, a versão anterior, 2.02.03, deve ser evitada e não mais ser colocada em prática.

Soluções homologadas

O sistema Pleres, solução oferecida pela Digitalmed para o Gerenciamento em Medicina Diagnóstica, já está totalmente preparado para atender a todos os requisitos obrigatórios do Padrão TISS, inclusive em sua nova versão 3.0 e garantir que sua instituição esteja plenamente em dia e atualizada com as novas regras após a obrigatoriedade.

O sistema já atende 100% das normas desde as versões anteriores, e agora, mais uma vez, está à frente e qualificado para esta importante atualização. Se você é cliente Digitalmed, fale conosco.

Para um gerenciamento completo em Medicina Diagnóstica, conheça o Pleres, o sistema que já está preparado para o TISS 3.0.

O que muda com o TISS 3.0?

O padrão TISS 3.0 também passa a ser acompanhado da TUSS, “Terminologia Unificada para a Saúde Suplementar”, reforçando e melhorando o processo de faturamento.

Também foram incluídas nomenclaturas para diárias, taxas, medicamentos, gases medicinais, materiais, próteses, órteses, e também a padronização das rotinas de recursos de glosa.

Dentre as mudanças mais significativas, estão:

Detalhes organizacionais

  • Regras para nomeações e datas de atualização de versões do protocolo.
  • Normas operacionais gerais a se adotar no cenário de troca de informações.
  • Planos de contingência em casos de falha em comunicações eletrônicas.
  • Outros aspectos de caráter administrativo.

Conteúdo e Estrutura

  • Alterações dos arquivos XML (Extensible Markup Language) utilizados para representar transações de protocolo.
  • Alterações dos formulários impressos, como as guias e demonstrativos usados para apresentação de informações de saúde suplementar.
  • Inclusão de novos atributos criados e definição de documentos.
  • Remoção de atributos obsoletos.

Representações de conceitos em saúde

  • Definição e oficialização do TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar).
  • Novo regulamento para comunicação entre prestadores e operadoras, qual deve obedecer a um grupo de elementos consolidados, como procedimentos, materiais, taxas, etc., de modo que torne o intercâmbio de dados mais simplificado.

Segurança e Privacidade

  • Reforço nas orientações de uso dos mecanismos de segurança, como certificados e senhas.
  • Recomendação da utilização de chaves criptográficas em comunicações online.

Comunicação

  • Adoção e completa reformulação dos arquivos XML, principais responsáveis pela comunicação e troca de informações através da Web.
  • Visando o reforço da comunicação online, as operadoras devem optar em deixa-los no ar, de modo que o papel seja mera casualidade, já que não é possível estabelecer uma regra operacional padrão para o seu uso.
  • Sua base é o sigilo profissional, atendendo à legislação.

Houve também um reforço na fiscalização: A ANS exigirá que as informações trafegadas entre prestadores e operadoras sejam encaminhadas para a agência.

Para mais informações, sugerimos que acompanhe o site oficial da ANS.



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