Melhore a experiência com o paciente


Esforços para melhorar a experiência do paciente no Sistema de Saúde associado à Universidade da Califórnia em São Diego não necessariamente começam no nível do paciente: Iniciativas de sucesso incorporam as experiências de todo o staff, de administradores ao corpo clínico, de acordo com um artigo publicado pela Hospitals & Health Networks.

A organização se refere à iniciativa estratégica como “big E”. Isto porque se as pessoas que trabalham na organização não têm uma boa experiência, eles não estarão aptos a fornecer uma experiência positiva aos pacientes, disse Thomas Savides, CEO do sistema de saúde, à publicação.

Atualmente, a organização incorpora a experiência do paciente entre suas políticas e procedimento e tem representantes de todos os departamentos ligados ao seu Office of Experience Transformation de alguma forma, de acordo com artigo. E executivos de alto escalão agora facilitam retiros de “imersão na experiência” para o staff.

Isto é mais uma transformação cultural do que um treino de metodologia, segundo Savides contou à publicação. “Nós estamos mostrando como melhorar a hospitalidade sob qualquer circunstância, fazendo a coisa certa na hora certa para o paciente certo sem que seja algo ensinado”.

Mas antes que as organizações possam verdadeiramente embarcar nas iniciativas de melhoria da experiência do paciente, líders devem primeiramente seguir alguns direcionamentos:

Concordar com o que experiência do paciente significa: A experiência do paciente pode significar diferentes coisas para as pessoas, de acordo com Adrienne Boissy, CEO da Cleveland Clinic, “sem acordo sobre o que é, nós nunca conseguiremos”.

Não faça mudanças “de cara”: Boissy sugere que executivos da saúde entendem a cultura organizacional antes de iniciar mudanças. Líders devem primeiro entender de verdade o que é estar nas linhas de frente de cuidados antes de fazer melhorias.

Crie uma cultura onde todos os prestadores abracem a experiência do paciente: Todo prestador de saúde deve tomar para si a responsabilidade em promover experiência do paciente. Se isto puder acontecer à todas organizações, eventualmente, é possível que não haja necessidade para um CEO.

*Fonte FierceHealthcare, em 03/12/2015.



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